GP da Espanha: Madring estreia com circuito “insano”, disputa pelo título e expectativa de caos em Madri; Onde Assistir e Horários com F2 e F3

Novo traçado combina características de circuito de rua e pista permanente, tem 22 curvas, trecho de alta velocidade, muros muito próximos e a impressionante La Monumental

A Fórmula 1 desembarca em Madri neste fim de semana para um dos eventos mais aguardados da temporada 2026. O Grande Prêmio da Espanha será disputado pela primeira vez no Madring, novo circuito construído na região de IFEMA e Valdebebas, que mistura vias públicas e setores permanentes em um traçado de 5,416 km e 22 curvas. A estreia acontece entre sexta-feira (11) e domingo (13), com a expectativa de uma disputa marcada por alta velocidade, pouco espaço para erros, dificuldades de ultrapassagem e uma corrida potencialmente imprevisível.

O cenário também coloca novamente os holofotes sobre a briga pelo Mundial. Após vencer em Monza, Kimi Antonelli chega à 14ª etapa com 267 pontos e uma vantagem de 66 sobre o companheiro de Mercedes, George Russell. Lewis Hamilton aparece em terceiro, com 191, enquanto Lando Norris soma 171. Na ponta oposta da tabela, o brasileiro Gabriel Bortoleto, da Audi, ocupa a 14ª posição, com dez pontos.

Uma nova casa para a Fórmula 1 na capital espanhola

Fórmula 1 estreia no Madring neste fim de semana (Fórmula 1/Reprodução)

A chegada do Madring representa um dos grandes acontecimentos da temporada. Embora Madri já tenha recebido etapas do Mundial no passado, no antigo circuito de Jarama, a Fórmula 1 não competia na capital espanhola desde 1981. O novo projeto recoloca a cidade no calendário com uma pista completamente diferente da tradicional Barcelona-Catalunha, palco de uma segunda corrida espanhola no mesmo ano.

O Madring foi concebido como um circuito híbrido, combinando um trecho urbano com uma área permanente. O resultado é um layout que alterna retas de alta velocidade, curvas de baixa e média velocidade, mudanças de direção, zebras agressivas e setores nos quais os carros passarão muito próximos dos muros.

A pista tem 22 curvas, extensão de aproximadamente 5,4 quilômetros e uma distância total de corrida superior a 308 quilômetros, distribuída em 57 voltas. A velocidade máxima projetada chega a cerca de 340 km/h.

Um dos grandes símbolos do novo circuito é a La Monumental, curva de aproximadamente 550 metros, com inclinação de até 24%, que deverá ser um dos pontos visualmente mais marcantes do fim de semana. O setor terá milhares de torcedores nas arquibancadas e oferece diferentes linhas de passagem, característica que pode abrir possibilidades estratégicas e de disputa roda a roda.

Pilotos classificam Madring como “insano” e perigoso

Mesmo antes de os carros de Fórmula 1 entrarem oficialmente na pista, o Madring já ganhou uma reputação particular dentro do paddock. As equipes utilizaram simuladores para preparar os pilotos, mas a sensação predominante é de que o traçado só será realmente compreendido quando os carros começarem a andar em condições reais.

Pilotos admitem muitos erros no simulador nos testes na nova pista espanhola (Fórmula 1/Reprodução)

George Russell resumiu o sentimento de boa parte do grid ao classificar a pista como uma experiência “mental” e extremamente exigente. Para o piloto da Mercedes, o principal desafio será construir confiança progressivamente e evitar os muros, especialmente nas curvas de alta velocidade.

Oscar Piastri também chamou atenção para o risco de acidentes: existem diversos pontos em que um pequeno erro pode ter consequências grandes. Pierre Gasly, da Alpine, foi ainda mais direto ao descrever o circuito do simulador como “insano” e destacar a quantidade de oportunidades para ganhar ou perder tempo ao longo da volta.

Max Verstappen comparou algumas características do Madring a Jeddah, justamente pela combinação entre curvas rápidas e muros muito próximos, enquanto Carlos Sainz definiu o traçado como uma mistura de Jeddah, Baku, Macau e outras características que tornam a pista especialmente complexa.

Sainz conhece o projeto melhor do que praticamente qualquer outro piloto. Nascido em Madri, ele participou do desenvolvimento e da divulgação do circuito e foi o primeiro piloto de F1 a completar uma volta no traçado, ainda de carro de rua, quando as obras não haviam sido concluídas. Agora, fará sua primeira corrida oficial na cidade onde cresceu.

“Vai ser muito especial”, afirmou Sainz, que também considera o Madring um dos circuitos mais desafiadores que já experimentou em um simulador. O espanhol destacou principalmente a combinação entre curvas cegas, alta velocidade, mudanças de direção e a La Monumental.

Curvas cegas e frenagens com o carro ainda virando

Um dos principais desafios do circuito estará nas áreas de frenagem. Os pilotos terão de desacelerar enquanto ainda realizam parte do movimento de curva, algo que pode aumentar significativamente o risco de travamentos.

Kimi Antonelli apontou a região da curva 17 como um exemplo claro. O piloto precisa iniciar a frenagem enquanto o carro ainda está esterçando, antes de conseguir alinhar o monoposto. Russell também destacou que algumas partes do circuito lembram Baku nesse aspecto.

A proximidade dos muros reduz ainda mais a margem de erro. Um simples travamento dianteiro ou uma entrada ligeiramente otimista pode transformar uma escapada em contato com a barreira.

Outro problema é a quantidade de curvas cegas. Lando Norris chamou atenção para a dificuldade de enxergar o que acontece à frente em vários pontos do traçado. Alexander Albon também comparou algumas sensações ao circuito de Macau, conhecido pela combinação entre alta velocidade, muros e pouca visibilidade.

Isso pode ser particularmente importante durante as sessões de treino e classificação, quando carros em volta rápida e veículos mais lentos precisarão dividir a pista.

O desafio de acertar o acerto do carro

Para os engenheiros, o Madring também representa um enorme quebra-cabeça.

O circuito reúne características que normalmente exigiriam compromissos diferentes de configuração: há chicanes nas quais o carro precisa atacar zebras, curvas rápidas que pedem estabilidade aerodinâmica, trechos de baixa velocidade que exigem tração e setores nos quais a capacidade de mudar rapidamente de direção será fundamental.

Antonelli destacou justamente essa dificuldade de encontrar um acerto que funcione bem em todas as situações.

Um carro preparado para atacar melhor as zebras pode perder desempenho nas curvas rápidas. Uma configuração mais eficiente para as seções velozes pode comprometer o comportamento nas curvas lentas. Encontrar o equilíbrio ideal será uma das principais missões das equipes durante os três treinos livres.

Além disso, a evolução da pista ao longo do fim de semana terá impacto direto no comportamento dos carros. Conforme mais borracha for depositada no asfalto e os níveis de aderência aumentarem, algumas curvas poderão ser feitas em velocidades superiores às inicialmente previstas.

Straight Mode e Overtake Mode

O novo regulamento da Fórmula 1 acrescenta outro elemento técnico à equação.

Em 2026, o Straight Mode substituiu a lógica tradicional do DRS e permite uma configuração aerodinâmica de menor arrasto nas áreas determinadas do circuito. No Madring, haverá duas zonas de Straight Mode: a reta principal e o trecho entre as curvas 3 e 4.

Já o Overtake Mode é um recurso de gerenciamento de energia elétrica que pode oferecer ao piloto uma vantagem adicional para atacar. Existe um ponto de detecção por volta, localizado antes da curva 22, e o recurso poderá ser utilizado na volta seguinte caso o piloto esteja dentro da margem estabelecida em relação ao carro da frente.

O problema é que o próprio desenho do Madring pode dificultar o uso desse recurso para ultrapassagens convencionais.

Madring tem 22 curvas com duas zonas de “Modo Reta” (Fórmula 1/Reprodução)

Ultrapassar pode ser mais difícil do que parece

Simulações realizadas pelas equipes indicam que o Madring poderá ser complicado para ultrapassagens durante a corrida.

Alexander Albon apontou que a sequência de curvas combinadas oferece boas oportunidades para o piloto da frente simplesmente posicionar o carro no meio da pista e impedir a passagem. Nesse cenário, a ultrapassagem pode depender muito mais da gestão de energia e da velocidade na saída das curvas do que de uma simples freada por dentro.

Charles Leclerc compartilha dessa expectativa e acredita que, no novo circuito, a prioridade das equipes poderá ser ainda mais concentrada na classificação.

“Vai ser um fim de semana no qual você quer focar mais no ritmo de classificação do que no ritmo de corrida”, explicou o piloto da Ferrari, destacando que ganhar posições no domingo provavelmente será difícil depois da largada.

Isso aumenta a importância do sábado. Uma posição de largada ruim poderá ser especialmente prejudicial em uma pista na qual o carro da frente consegue defender a linha ideal.

Pneus também serão protagonistas

A Pirelli levou para Madri os compostos C2, C3 e C4, respectivamente os pneus Duro, Médio e Macio. A escolha foi baseada nas simulações das forças que os pneus deverão enfrentar no novo circuito.

Apesar de ser uma pista inédita, as análises apontam que as cargas sobre os pneus podem ser comparáveis às encontradas em circuitos como Silverstone e Spa-Francorchamps.

A seleção da gama intermediária procura equilibrar desempenho e resistência ao superaquecimento. A expectativa da fornecedora é de que uma estratégia de duas paradas seja favorecida, embora as condições de pista e a evolução da aderência possam alterar completamente o cenário durante a corrida.

O clima também deverá influenciar. A previsão divulgada pela Fórmula 1 aponta temperaturas superiores a 30°C nos três dias de ação na pista, com baixa possibilidade de chuva.

Antonelli chega em posição privilegiada no campeonato

Piloto italiano conquistou o GP da Itália largando da 19ª posição no último domingo (13) (Fórmula 1/Reprodução)

Depois da vitória em Monza, Kimi Antonelli ampliou ainda mais sua vantagem na liderança do Mundial.

O italiano soma 267 pontos, contra 201 de George Russell. Lewis Hamilton está em terceiro, com 191, enquanto Lando Norris tem 171. Charles Leclerc aparece em quinto, com 155, e Max Verstappen é o sexto, com 127.

A Mercedes também lidera o Mundial de Construtores com 468 pontos, 122 à frente da Ferrari, que possui 346. McLaren ocupa a terceira posição, com 287, seguida por Red Bull, com 204.

A vitória em Monza reforçou o favoritismo da Mercedes, mas o Madring representa um território completamente desconhecido. A pista possui características diferentes das encontradas na etapa italiana e pode aproximar equipes que, em condições normais, estariam mais distantes.

É justamente essa incógnita que alimenta as esperanças da Red Bull.

Verstappen vê oportunidade para a Red Bull

Max Verstappen chega a Madri ainda sem vitória em 2026, cenário incomum para o tetracampeão mundial. O holandês, entretanto, acredita que um circuito novo e potencialmente caótico pode criar uma oportunidade para a Red Bull.

Verstappen destacou que as primeiras sessões de treino serão fundamentais para entender o comportamento do carro e afirmou que um piloto precisa ter confiança no equipamento para ser competitivo em um circuito de rua.

O holandês também classificou o Madring como um possível “destruidor de carros”, reforçando a percepção de que erros podem custar caro.

A Red Bull terá ainda Liam Lawson ao lado de Verstappen. O neozelandês continuará substituindo Isack Hadjar, que segue se recuperando de uma lesão no punho e não retornará neste fim de semana.

McLaren quer voltar ao topo

A McLaren chega a Madri tentando reagir após a vitória de Antonelli em Monza.

O circuito espanhol, pelas características de maior carga aerodinâmica e pela variedade de curvas, pode se adequar melhor ao MCL. Lando Norris venceu as etapas da Hungria e da Holanda e ocupa atualmente a quarta posição no campeonato, enquanto Oscar Piastri é o sétimo.

Norris soma 171 pontos, apenas 20 atrás de Hamilton, o que mantém aberta a disputa pelo segundo lugar do campeonato. Piastri tem 116 e continua sendo uma peça importante para a luta da equipe pelo Mundial de Construtores.

Sainz vive o fim de semana mais especial da carreira

Poucos pilotos terão uma conexão tão forte com o evento quanto Carlos Sainz.

O espanhol terá pela primeira vez um Grande Prêmio de Fórmula 1 em sua cidade natal. Além de piloto da Williams, ele também participou ativamente da construção da identidade do projeto e atua como embaixador do circuito.

Sainz chega, porém, em um momento esportivo complicado. Ele tem apenas seis pontos no campeonato e a Williams ocupa a nona posição no Mundial de Construtores, com 11 pontos. A equipe não marca pontos há oito Grandes Prêmios com Sainz e só terá uma atualização significativa no carro na etapa seguinte, no Azerbaijão.

Mesmo assim, o espanhol acredita que correr diante da torcida pode representar um diferencial.

A expectativa é de um capacete especial para a corrida, inspirado no primeiro desenho utilizado em sua carreira e no equipamento de seu pai, Carlos Sainz.

Bortoleto encara um dos maiores desafios do ano

O Brasil também estará representado por Gabriel Bortoleto, que disputa sua temporada de estreia pela Audi.

O paulista ocupa a 14ª colocação no campeonato, com dez pontos, dois a mais que o companheiro Nico Hülkenberg, que tem seis.

Bortoleto descreveu o Madring como um circuito que aparenta ser perigoso, mas ao mesmo tempo extremamente desafiador. Entre os pontos que mais chamaram sua atenção estão as curvas 5 e 6, que combinam uso intenso de zebras, subida, descida e posteriormente trechos de alta velocidade.

Para o brasileiro, completar uma volta perfeita deverá exigir grande concentração física e mental.

A característica do traçado pode ser particularmente interessante para Bortoleto, já que o talento do piloto e a capacidade de encontrar tempo em pistas novas podem pesar mais do que em circuitos nos quais as equipes possuem anos de dados acumulados.

Programação do GP da Espanha

O primeiro contato dos carros de Fórmula 1 com o Madring acontecerá nesta sexta-feira (11). O Treino Livre 1 será realizado às 8h30 (horário de Brasília), enquanto o Treino Livre 2 está marcado para as 12h. As duas sessões terão transmissão do SporTV e da F1TV.

No sábado (12), os pilotos retornam à pista para o Treino Livre 3, às 7h30, também com transmissão pelo SporTV e F1TV. Na sequência, a classificação acontece às 11h, definindo o grid de largada para a primeira corrida de Fórmula 1 da história do Madring. A sessão também será transmitida pelo SporTV e F1TV.

A grande atração do fim de semana acontece no domingo (13). O Grande Prêmio da Espanha tem largada prevista para as 10h (horário de Brasília), com 57 voltas programadas. A corrida terá transmissão ao vivo pela TV Globo, SporTV e F1TV.

Além da transmissão oficial, a Rádio Web Esportes 360 (RWE360) realizará um react ao vivo da corrida em seu canal no YouTube, acompanhando todos os acontecimentos do GP em tempo real, sem exibição de imagens da transmissão oficial.

A corrida mais imprevisível da temporada?

É impossível prever o comportamento exato de uma pista que ainda não recebeu um Grande Prêmio de Fórmula 1. Essa ausência de referências transforma o primeiro treino livre em uma sessão especialmente importante.

Os pilotos precisarão descobrir os limites do asfalto, os pontos de frenagem, a quantidade ideal de ataque às zebras, o comportamento dos pneus e, principalmente, quão perto dos muros será possível andar.

A classificação pode se tornar um espetáculo à parte. Com poucas margens para erro e muitas curvas cegas, uma única volta limpa poderá valer posições importantes.

No domingo, a dificuldade de ultrapassar pode tornar a estratégia decisiva. Safety Cars e bandeiras vermelhas também aparecem entre as principais possibilidades apontadas pelos pilotos diante das características do circuito, embora qualquer previsão nesse sentido permaneça especulativa antes dos primeiros quilômetros oficiais.

Uma coisa, porém, já parece consenso dentro do paddock: o Madring não será apenas mais uma pista nova.

George Russell chamou o traçado de “louco”. Piastri alertou para o tamanho das consequências de um erro. Verstappen comparou parte da experiência a Jeddah. Sainz enxerga uma combinação de alguns dos circuitos mais exigentes do calendário. Bortoleto vê perigo e desafio na mesma medida.

Agora, chegou a hora de descobrir se toda essa expectativa será confirmada quando os 22 carros da Fórmula 1 entrarem pela primeira vez no novo palco de Madri.

Depois de 45 anos, a capital espanhola está de volta ao centro do automobilismo mundial. E o Madring promete transformar essa estreia em um dos grandes acontecimentos da temporada 2026.

Madring também terá decisão na Fórmula 3

Fórmula 3 terá sua rodada final neste fim de semana (FIA F3/Reprodução)

O fim de semana do primeiro Grande Prêmio da Espanha no Madring será ainda mais movimentado com a decisão do campeonato da Fórmula 3. A categoria encerra sua temporada 2026 em Madri com quatro pilotos ainda na disputa pelo título, mas com Freddie Slater e Ugo Ugochukwu concentrando a briga principal.

Slater chega à rodada decisiva na liderança, com 141 pontos, 15 a mais que Ugochukwu, que soma 126. Ernesto Rivera, com 76, e Theóphile Nael, com 75, ainda possuem chances matemáticas, mas precisam de uma combinação de resultados muito favorável. Ao todo, 67 pontos estarão em jogo ao longo das três corridas do fim de semana.

O formato da etapa também será diferente do habitual. A programação começa na sexta-feira (11), com o único treino livre e a classificação, que definirá as posições de largada para as provas. No sábado (12), serão disputadas duas corridas: a Sprint, às 6h05, e a corrida principal, às 13h. A grande decisão do campeonato acontece no domingo (13), às 4h45, com a terceira e última corrida da temporada.

Toda a programação da Fórmula 3 terá transmissão exclusiva da F1TV.

Entre os brasileiros, Pedro Clerot chega à etapa de Madri na 12ª colocação do campeonato, com 48 pontos, enquanto Fernando Barrichello ocupa o 27º lugar, com dois pontos.

Fórmula 2 também acelera em Madri

Rafael Câmara está na briga pelo título da Fórmula 2 (FIA F2/Reprodução)

A Fórmula 2 também estará em ação no Madring, pela 11ª etapa da temporada. A rodada dupla marca mais um capítulo da reta final do campeonato e coloca frente a frente três pilotos separados por apenas 30 pontos na classificação.

O búlgaro Nikola Tsolov lidera o campeonato com 177 pontos, mas viu sua vantagem diminuir nas últimas etapas. O brasileiro Rafael Câmara aparece na segunda posição, com 166 pontos, apenas 11 atrás do líder. Gabriele Mini, com 147, é o terceiro colocado e completa o grupo dos principais candidatos ao título. Alexander Dunne, com 118, e Noel León, com 114, fecham o top-5.

A programação da F2 começa na sexta-feira (11), com o único treino livre do fim de semana e a classificação, responsável por definir os grids das duas corridas. No sábado (12), a Sprint será disputada às 9h15, enquanto a etapa será encerrada no domingo (13), com a corrida principal às 6h25.

No grid da F2, Emmo Fittipaldi aparece na 21ª colocação do campeonato, com dez pontos.

As atividades da Fórmula 2 terão transmissão ao vivo pelo SporTV, Globoplay e F1TV, ampliando as opções para acompanhar a disputa pelo título na reta final da temporada.

FOTO: Fórmula 1/Reprodução

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