“Parece que Andretti e Hitech receberão o selo de aprovação da FIA”, disse o correspondente da Auto Motor und Sport, o jornalista Michael Schmidt
A briga que tem de um lado FIA e do outro Liberty Media e as Escuderias do grid atual da Fórmula 1 para adicionar mais equipes na categoria deve ganhar um dos capitulos mais importantes nos próximos dias. Segundo o jornalista Michael Schmidt, do portal alemão Auto Motor und Sport, a Federação já decidiu que aprova a entrada da Andretti e da Hitech na categoria já para 2025.
A notícia não significa que teremos novas equipes no grid, já que a aprovação tem de passar por todas as equipes do grid atual da categoria e a visão da FIA e Liberty Media sobre a adição das escuderias parece ser frontalmente opostas.
Para entidade máxima do automobilismo, grids com mais carros tornarão o esporte mais movimente, o que por consequência atrairá novos públicos e marcas, gerando ainda mais dinheiro. Porém, a ideia da F1 é diferente, já que, mais equipes significa que as fatias de dinheiros serão divididas em mais mãos, ou seja, mesmo que o montante final seja maior, cada parte ganhará menos no final.
Outro impedimento, seria a taxa de novas equipes que é atualmente de 200 milhões de dólares (Cerca de 1 bilhão de reais), que as equipes querem que aumente em, pelo menos, cinco vezes, para alcançar 1 bilhão de dólares (Cerca de 5 bilhões de reais), já que as escuderias que já estão no grid recebem esse valor de forma igual.
Segundo o portal, as equipes que pretendem compor o grid são: Andretti e Hitech.
Tradicionalíssima da Indy e tendo como dono o ex-piloto Mario Andretti, a equipe americana se aliou ao grupo General Motors, por meio da marca Cadillac, para conseguir chegar na maior categoria do automobilismo. A equipe do campeão de 1978, também está presente na Fórmula E.
A Hitech é uma das mais tradicionais equipes das categorias de base da Fórmula 1, estando presente na F2, F3 e F4. Recentemente, parte da equipe foi adquirida pelo bilionário do Cazaquistão, Vladimir Kim, que deve injetar o dinheiro necessário para manter um time na F1.
